quinta-feira, 27 de maio de 2010

minha menina ...

Eu tenho o brilho do sol



Num dia nublado


Quando está frio lá fora


Para mim é como se fosse a primavera



Bem, você vai me perguntar:


O que me faz se sentir desse jeito?


Minha garota (minha garota, minha garota)


Eu estou falando da minha garota (minha garota)




Eu tenho muito mel


As abelhas me invejam


Eu tenho uma doce canção


Como os pássaros nas árvores



Bem, você vai me perguntar:


O que te faz se sentir desse jeito?


Minha garota (minha garota, minha garota)


Eu estou falando da minha garota (minha garota)



Eu não preciso de dinheiro


Fortuna ou fama


Eu tenho todas as riquezas


Que um homem pode desejar




Bem, você vai me perguntar:


O que te faz se sentir desse jeito?


Minha garota (minha garota, minha garota)


Eu estou falando da minha garota (minha garota)




Eu estou falando da minha garota


Eu tenho o brilho do sol num dia nublado


Com minha garota


Eu sempre estou na primavera


Com minha garota



Eu estou falando da minha garota...

sábado, 22 de maio de 2010

MANUAL da sapatão [8] FINAL.

Pois é, queridas sapas. Hora de dar tchau. Na verdade nem tem tanto assunto mais. Só alguns. Um monte de coisas que eu esqueci de colocar. (…!) Por exemplo:


- O melhor amigo gay: acessório de fábrica lésbico. É a coisa mais comum ter um. Serve para te acompanhar pelos guetos, trocar confidências, figurinhas, falar sobre relacionamentos, etc.


- O preconceito das lésbicas com as lésbicas. Tem um coisa no brejo de discriminação… Uma fanshas não compreendem os bofinhos, acham que querem ser homens, ou estão forçando a barram par parecerem, têm preconceito. Outras reprovam casais de mulheres femininas, acham que casal de lésbicas tem que ter mulher-macho e mulher-fêmea, uma femme e uma hombre. O que nos fala outra coisa…


- Existem casais de lésbicas, sim, de duas mulheres femininas, de duas mulheres masculinas, de uma masculina e uma feminina, de duas mais neutras, de uma neutra e outra feminina, de uma neutra e outra masculina, e por aí vai. Ah, e não tem “tipos” absolutos. Ser humano não vem em embalagem. É uma pena existir preconceito. Falando de homossexualidade é difícil desconsiderar a diversidade.

Então, falando de outro assunto… Uma coisa que eu nem comentei foi sobre os símbolos lésbicos…


- Dois símbolos astrológicos de vênus entrelaçados: não precisa dizer nada, né?


- O triângulo negro: era usado obrigatoriamente por feministas, prostitutas e lésbicas nos campos de concentração nazistas. Havia o preconceito com as lésbicas na Alemanha nazista por não serem consideradas capazes de procriar, e de terem uma vida social como uma mulher heterossexual. O símbolo representa a luta pelos direitos e contra a discriminação.


- Labrys: desde os anos 70 que este símbolo é usado pelas lésbicas. O labrys é considerado um símbolo de força e de auto-suficiência. Tem um monte de explicação histórica para o machadinho, mas é tanta que é difícil acreditar em uma.

Tem também três coisas que a gente nem falou. Maternidade lésbica, união homoafetiva, e militância lésbica. Mas enfim, é por isso mesmo que o texto é cheio de links bonitinhos. Eles deveriam ser clicados. O blog é muito novo para falar de assuntos muito sérios. De qualquer forma é importante representar nossa comunidade frente à sociedade. Lutar pela nossa liberdade, pelo nosso bem estar e de nossas semelhantes. E nossOs semelhantes.


Existe uma campanha interessante na web pela Não Homofobia. E você pode também ligar para o Senado Federal e registrar sua opinião como sendo favorável à aprovação da lei criminalizando a homofobia, número: 0800 61 22 11 (é de graça e pode ser de celular também), entre as 8 e as 20h nos dias úteis. Eu liguei.


Se resta alguma incerteza… Então tire a dúvida. Se não tem nenhuma dúvida, por que teria, não é mesmo?

MANUAL da sapatão [7]

As Sapas e as Palavras


Chegamos até este ponto de nossa trajetória e nem nos atentamos bem aos nossos nomes, verdade. Usei vários dos mais comuns. Lésbica, sapatão, sapa, sapata, bolacha, dyke (sapatão em inglês), que é tudo a mesma coisa. Tem aqueles que são mais regionais, ou para determinadas ocasiões. Tipo chupa-charque. Ou racha. Racha, de rachada, é como os gays de guetos nos chamam, e não precisam ser lésbicas, podem ser apenas mulheres. Mas quem começou com toda essa história de nome, foi nossa até então esquecida Safo de Lesbos.


Uma mulher da Grécia Antiga (durante o século VII a. C.) que tinha certo prestígio social e se envolvia com política. Tinha uma escola para moças, onde lecionaria poesia, música e dança. Mas Safo falou demais. Sua poesia, sim, parecia fazer sucesso, e falava sobre relações entre mulheres de amor e paixão, com toques de erotismo. Falou tanto, que foi exilada. Foi nossa primeira mártir, pelo visto. Sua história marcou tanto que ficou seu nome a nos denominar. O gentílico para mulheres da ilha de Lesbos é “lésbica”. Hoje pouco sobrou da poesia sáfica, e sua história é controversa.


Estes fatos nos remetem a um certo setor da vida sapatônica. A expressão da sapatisse com o mundo externo. Então? Vamos lá? Existem algumas formas de agir quanto a isso.


a) A lésbica no armário. Ou no closet. Essas daqui vivem uma vida dupla. Ou nem tanto, existem formas e formas de viver no armário. Às vezes é no armário só para a família, ou só para o pessoal do trabalho, ou só para o pessoal da faculdade. Há a que são cem por cento no armário e não contam para ninguém. Vivem vida dupla mesmo. São desconfiadas até no brejo. Há as que não se confessam nem para si mesma direito, essas são mais difíceis. Mas tudo é um processo. E ser sapata assumida nem sempre é possível, às vezes por questões de sobrevivência precisa-se manter segredo.


b) A sapa no aquário. Cria um ambiente artificial, não anda no brejo, não passa na lagoa, fica só no aquário. Essa pensa que está protegida dos olhares maliciosos, e que ninguém sabe.


c) A sapatão pintosa. Essa aqui só dá na cara se você olhar com jeito. Não está escondida, também nem tão óbvia. Dá para captar os sinais direitinho, e se você souber conversar e for de confiança (não homofóbico), a contará sem problemas, ou contará de mesmo jeito porque detesta ser mal compreendida. Geralmente dessa, quando você chega mais perto, percebe que ela é e está mais na cara do que pareceu à primeira vista. Ela dá na pinta. Mas você ainda precisa se dar o direito da dúvida, para não acabar se enganando.


d) A sapata bandeirosa. Do tipo que você não olha duas vezes para ter certeza. Ou pelo jeitão, pela aparência física, ou pela vida que leva, como de estilo de vida assumido a atividade em que se envolve relacionada à comunidade lésbica. Tem coisa mais bandeirosa que, por exemplo, ser celebridade e se assumir lésbica? Ser atriz e só fazer personagens lésbicas? Ser dona de um portal lésbico na internet? Ter uma boate para lésbicas? Organizar uma parada para a visibilidade lésbica? Lutar pelos direitos civis politicamente pelas lésbicas? Aparecer publicamente com sua mulher em fotos? Isso é ter uma vida livre de qualquer dúvida e agir independente do preconceito.


Tem também aquelas mulheres que nos deixam com a pulga atrás da orelha, curiosas e interessadas, quem sabe atraídas, até. Mas aí não podemos dizer que se encontra em alguma categoria, porque ainda não respondemos à pergunta: “será que ela é?”. Essas são ótimas.

MANUAL da sapatão [6]

O Relacionamento Lésbico


Pois é, pois é. Depois dessa dose de assuntos lesbianos, chega você num nível top, que nem liga mais. É coisa de rotina, faz parte da vida. Mulher beijando mulher. Mulher transando com mulher. Nada é mais tabu. Seu gaydar já nem falha mais. Você já sabe de todas as verdades lésbicas ocultas do planeta Terra.


De tanto dissecar o DVD da Ana Carolina, sabe que a letra da música na qual ela comeu a Madonna foi escrita por um homem (Alvin L.), portanto não pode ser tão lésbica. Sabe que a Xuxa (bofinho) tem casinho com a Ivete (mulherão) e o Szafir foi mó granito e serviu mais mesmo para a Sasha. Sabe que a Clarice Lispector foi de todas a escritora mais sapa e que A Paixão Segundo GH é altamente lésbico – afinal, ela começa o livro perdendo um terceiro membro que nunca teve, e termina a história lambendo uma baratinha. Entre outras coisitas mais.


Está você no momento mister da sapa – o de ter relacionamentos. O primeiro a se entender é que o tipo de ser humano que mais deseja ter relacionamentos é a tal da lésbica. Para se casar é dois meses. Namorar, uma semana. É um relógio que só as próprias entendem. Uma paixão repentina, instantânea. É por isso que existe a piadinha mais do que batida sobre o segundo encontro gay (não existe) e o lésbico (chega o caminhão da mudança). Acontece que existe uma matemática diferente para as lésbicas. É tudo muito rápido.


Tem mais dois lances interessantes no relacionamento lésbico. Um é que ele precisa ser bem manejado socialmente. Se for muito aberto, e o ambiente, atrasado, fica complicado. Em gueto gay ou em qualquer outro ambiente, mulher com mulher desperta olhares tarados interessados em fazer ménage. Homem ou mulher, desperta. Principalmente se você e sua gata forem femininas, ou próximas a isso. Se chegam sem muitas papas na língua, e lá está, alguém para estragar seu momento romântico.


A outra coisa é que tem um tipo básico por aí de sapas, e isso é bem normal, que curte contrário de ter relacionamentos. Dadas a esfrega-esfrega. E não interessa muito se a moça está ou não acompanhada, comprometida, casada, enamorada. Ela quer é “pegar”. Com você ou não do lado da sua mulher, a sapa olha, seca, encara – a sua companheira. É aquele famoso ser conhecida e achar que pode pegar nos peitos. Por aí. Depois ninguém entende o porquê de seu excesso de ciúmes (outra coisa comum nas lésbicas), e aí está. Você nem é obsessiva-maluca-ciumenta-de-séria-TPM, é o brejo que é perigoso!


Bom… Então passa o tempo. Mil maravilhas durante o relacionamento. Aquela vidinha a duas, muito amor, muita paixão, muito tesão. Ficadas, casinho, namoro, casamento. Acaba. Aí você tem a Ex. Figura essencial na sua vida. Essa sim, faz a diferença. Porque, além de tudo, ou é a sua melhor amiga, ou você foge dela no meio da rua, ou você ainda gosta dela. É sempre assim. Mais um namoro, mais um casamento, mais uma ex. Daqui a pouco, se você não tomar cuidado, uma coleção delas.

MANUAL da sapatão [5]

E agora, que já não era sem tempo, voltemos somente a falar de nós. À pele quentinha e cheirosinha de nossas queridas mulheres, às suas tão desejosas curvas e seus inebriantes olhares – mais do que nunca neste instante. Que tal dar uma apimentada no assunto?

Isso aí, o tal do sexo lésbico. O que para nós são momentos de prazer para outros é de algo de difícil compreensão. Não custa nada recordar de alguns detalhes… Pense comigo. Quantos órgãos sexuais tem uma lésbica? Acertou quem disse três. Zonas erógenas temos muitas, no corpo inteiro, variando de mulher para mulher. Mas bolacha que é bolacha tem três. Veja só. Buceta. Confere? Ok, confere. Boca. Confere? Confere. Mãos? Conferem. Pronto. Sapata tem os próprios dedos como objeto sexual e de sedução. Eles são em geral lustrosos, firmes. Têm uma aura diferente. E são, na hora do sexo, de essencial necessidade. Boca, mesma coisa. Lábios, língua. Uma habilidade de lidar com elas de outro mundo. Ainda que não estejam nem beijando uma outra boca. Reparem, observem. Claro que existem outros itens. Os seios, o ânus. Mas eles são mais estimulantes, não são órgãos sexuais.


Lembre-se que encaixando duas aranhas você faz uma coisa maravilhosa entre duas mulheres. O tribadismo. São nossas posições. Se você pegar um kama sutra hétero, vai ver que as posições se repetem, ele é tal qual o lésbico e o gay. O tribadismo é a posição mais autêntica, claro. Tem o sexo oral, que é bem óbvia, o 69. A masturbação na outra, que pode ser recíproca, pode ser enfiando os dedinhos na frente, atrás, e massageando o clitóris tudo ao mesmo tempo. Você pode esfregar seus seios no da sua companheira, pode chupar os dela. Pode lambusar o corpo dela inteiro com seu líquido. Se for o caso, pode-se usar acessórios. Strap-on dildo, apelidado carinhosamente apenas de dildo, que é a cinta com o pênis artificial. O vibrador, ou o consolo, que não vibra. É só usar a imaginação.


A parte legal de ser sapinha neste mundo é que para saciar desejos num lugar público nem é tão difícil. No box reservado do banheiro feminino, no carro, na boate GLS, e por aí vai. Sendo um cantinho discreto onde ninguém veja, e dê duas pessoas… Se as meninas tiverem coragem… Mais uma aventura a ser vivida, com gostinho de proibido.

Ainda assim, nada melhor do que fazer amor com uma pessoa que você ama.

MANUAL da sapatão [4]

As Muitas Faces do Meio Gay


Pois é, querida sapa. Ajoelhou, vai ter que rezar. Entrou pro brejo? Garanto que também deu o ar da graça no meio gay. E é esse mesmo o que domina, e tem suas características. O meio LGBTIQQ (peguei a sigla maior para dizer que abarca todas as possibilidades, não só os gays ou só as lésbicas) tem suas regrinhas especiais. Você ao frequentá-lo as conhecerá. Confira mais uma listinha básica.

- Modinha heteroflex: essa é balela. Uns adolescentezinhos aí colocaram na cabeça agora, talvez por conta da influência da mídia e de seus ídolos, que fazem isso em seus shows. Isso de sair beijando a boca de meninos e meninas. Agora todo mundo diz que é bi. Conversa fiada, só para ficar bonitinho, dizer que tem a cabeça aberta (ao menos isso), mas bi de verdade, não é, não. Até os homo fazem isso. “Não sou gay, sou bi”… É, né. Então tá.

- Ostentação da homossexualidade: ah, essa é estilo de vida. Moda para alguns, que pode ser passageiro. Para alguns fica mesmo. Essa de falar “Eu sou gay” pelos cotovelos, o tempo todo, direta ou indiretamente. Seja comentando sobre relacionamentos (de si ou dos outros), exibindo modos masculinos ou femininos de forma efusiva (é, dando bichada, soltando a franga), se socando nos guetos gays, falando só sobre assuntos relacionado à homossexualidade, à viadagem e à sapatagem. Tem gente que mesmo sendo encubado consegue ser assim.

- Cumplicidade pela orientação: já percebeu, não é? Essa aqui até é legal, se você gostar de fazer amizade. Por um lado no começo parece fútil. Algo como: “Ah, você é gay?” “Sim!” “Também sou gay! Sejamos amigos”. Não são necessárias palavras, mas inconscientemente é isso que acontece. Não importa categoria profissional, classe social, idade, nada, nada. Já viu um hétero fazer amizade com outro por serem héteros? Não, com certeza. Mas o mundo gay é bem menor. Uma forma de proteção, quem sabe. União para a preservação da comunidade. Para um gay ter amigos gays só facilita a vida.

- Ausência de sexismo: é diferente de como acontece no meio hétero, verdade. Pessoas do mesmo sexo biológico se relacionando sexual, amorosa e afetivamente? Elas conhecem o próprio corpo. Não há receios, hipocresias, falsos moralismos, como há entre os héteros. Olha só. Dizem que o os homossexuais são promíscuos. Talvez uma parcela, ora, heterossexuais também, cá para nós. Mas é que não há tabus entre lésbicas e gays, eles se conhecem. Falar pornografias, safadeza, sentimentos, tudo, tudo, na lata, e os processos dos relacionamentos, é bem mais fácil. Não há essa diferença biológica toda. Muito menos papéis pré-determinadados “o macho” e “a fêmea”. Essa parte é boa.

- Relações vazias: está bom. Isso não pertence ao meio gay. Faz parte de alguns guetos, das baladas. Também tem nas baladas héteros. É que os ambientes GLSs são mais restritos. Relações vazias, superficiais. Pessoas que se vêem, sempre saem juntas, mas não são amigas de verdade. Enfim, esqueçamos esse item. Tem muita gente boa, idônea, responsável e de conteúdo no meio gay.

MANUAL da sapatão [3]

Nesse terceiro estágio, a sapa vai pro brejo. A parte da cultura é legal, mas toda lésbica que se preze precisa de amigos, de ver outras sapinhas, namorar, enfim, se sociabilizar no meio. Ter netsexing, sua própria rede sócio-sexual, e entrar para o mundo.

Quando a gente sai do meio hetero, faz mais parte dele, ou vive num lugar comum, em que há mais pessoas hetero que homossexuais, a bola da vez ao nos percebermos lésbica é utilizarmos nosso instinto básico: o gaydar – conhecido também como lesbiômetro ou gayômetro –, com o qual reconhecemos os outros, nossos amigos “aliados”. Os psicólogos o denominam de “identificação homoafetiva”: um homossexual identifica um outro homossexual pela energia. Algumas mais interiorizadas vão por aí. Notam pela intuição. Mas nem sempre é assim que funciona.

Uma lésbica apresenta sintomas. É possível distinguir uma mulher hetero duma mulher lésbica observando os traços de personalidade e de aparência. Claro que cada caso é um caso. Para isso também existem categorias. Isso. Até lésbica tem tipo:

- Butch: é aquela meio que na cara. Você olha e já sabe que é. Só as mais desatentas (as muito desatentas) não percebem. Normalmente de cabelo curto, usa blusa de manguinha, camiseta regata, bermudão, calças folgadas, usa tênis, sapatênis, boné; sem acessórios, sem maquiagem, sem esmalte; jeito de durona, ou aparentando alguma frieza, um tal trejeito largado, despojado. A butch, o bofinho, o machinho, o boy é tida como uma lésbica masculina.

Um subtipo da butch é a caminhoneira. Essas são aquelas invocadas, fortes, da pesada, sem aquela atraência física toda, ou simpatia.

- Lady: a tal lésbica de aparência e trejeitos femininos. Você nota desde a fala à indumentária. Vestidos, saias, brincos, colares, pulseiras, anéis, maquiagem, cabelos compridos; jeitinho suave, aqueles modos mais faceiros. Engana qualquer um. Só as muito boas no gaydar percebem que esta é lésbica. Em especial e principalmente porque rola atração, e no dia-a-dia, porque ela não vai se interessar por homens.


- Neutra: essa já nem é tão masculina nem tão feminina. Um meio termo, ou nenhuma das duas. Alguém que levanta suspeitas, a da pergunta “será que ela é?”. A maioria das lésbicas são assim, cá para nós. O bom das neutras são as possibilidades. Acho que são mais aquelas modernosas, com cortes de cabelos e roupas alternativas, fashionistas. Já a chamaram também de “kiki”.


Se bem que esse negócio de tipo, tem mais a ver com a aparência, com o estilo da pessoa. Envolve, sim, e claro, elementos da personalidade – a gente expressa visualmente nosso interior também. Lembrando que nada é absoluto, principalmente em se tratando de pessoas, nem sempre podemos ser extremistas. Dizem por aí que as ladies usam scarpins, e as butches, pochetes. Talvez sim. Há variáveis. Pochetes podem ser mochilas de costas, e outro salto alto pode substituir um scarpin.


Além de tudo também tem outras coisas. As unhas bem curtinhas são o básico. Lésbica fazer sexo de unha grande é pecado sapatal. Uma forma de identificar lésbica também pelas mãos? Mulher que usa anel de compromisso e não fala nunca da pessoa. E voz de lésbica. Sabe voz de lésbica? Até as femininas têm isso. Algo entre palatado e anasalado, fica bem no meio. Uma voz aguda meio masculinizada. Tem umas que são mais características, outras menos, mas têm um quê de sapa, sim.


E sapa que é sapa tem uns hábitos que parece que são generalizados. Cultura lésbica nem todo mundo acompanha, é verdade. Mas sapatão tem uma tendência de gostar de tomar uma cervejinha que é um negócio sério. Fumar uns cigarrinhos, dar umas tragadas. Tocar violão. Gostar de futebol. Gostar de MPB. Reparou que nossas cantoras lésbicas são de MPB? É comum a tatuagem (tatuagem na batata da perna, nossa), o piercing – esse aí em qualquer lugar, já.


Tem mais: profissão de lésbica. Umas áreas chamam mais. Não significam que todas da área sejam, não. Mas parece que existe uma identificação com o ofício, não sei. Advogada, a área jurídica. Enfermagem, tem muitas. Design gráfica, artista plástica, webdesigner, o que seja, nem que seja decoração. Fotografia – generalizado, essa tem demais. Educação física (aquela sua professora do ensino médio…), esportes em geral (já ouviu falar na Rebeca Gusmão?). E nas artes sempre há lésbicas e gays, nem é novidade contar. Teatro, cinema, artes plásticas, música, literatura.


Aí sim, o principal do meio sapatal. Girina recém-chegada se assusta, as de mente mais fechada recriminam. Entretanto, não é nada mais do que a pura realidade do brejo. Captou? É o famoso rebu. O rebuceteio. Aquele papo da sua namorada que ficou com sua amiga, que namorou com sua outra amiga, que teve caso com a ex da sua namorada, que transou com sua ex. E por acaso todas saem juntas, riem juntas, e ninguém toca nesse assunto.

MANUAL da sapatão [2]

Entrando no Lesbianismo: Absorvendo Cultura Lésbica




Chegamos na fase 2 da sapa. Agora que você sabe o que é (se é que você é, não é bi, pan, queer ou algo ainda sem classificação), nada melhor do que se habituar ao ambiente. Acostumar-se ao meio pela cultura. Leia-se cinematografia, lugares virtuais, literatura lésbica, e música.

Música sim, essa você já sabia. Aquela da Ana Carolina… A que comeu a Madonna. Todo mundo já ouviu falar. Há mais do que se olha à primeira vista. É, há mais. Dizem que a Ana é um culto, que há a Igreja Carolina. Talvez sejam boatos, não sei bem. Depois você descobre porque aquela sua vizinha tanto escuta Isabella Taviani e Adriana Calcanhoto (am, né!). Fica sabendo também da Gal Costa, da Marina Lima, que já tiveram um caso. A Cássia Eller, a que gostava muito dos All Star azuis da outra, estava na cara (que deus a tenha). E para fechar com chave de ouro, a Maria Bethânia, a Simone e a Zélia Duncan.


Também têm as estrelas internacionais, as que beijam na boca de todo mundo. As Tatu, a Madonna, a Britney, tem a Beth Ditto… Tem até uma dupla de irmãs gêmeas lésbicas, Tegan e Sara.


A cinematografia é iniciática. Tipicissícima. E você vai lá, olhar tudo, superempolgada, afinal, tem cenas de sexo. E muito romance – no fundo é isso que toda lésbica quer: viver uma linda história de amor. A suprema obra é a série norteamericana The L Word, que já terminou, e todo mundo até agora se pergunta “quem, afinal, matou Jenny”? Sim, e os filmes, os filmes. Os mais conhecidos: Assunto de Meninas, Almas Gêmeas, As Horas, Meninos não Choram, Ligadas pelo Desejo, Desejo Proibido, Beijando Jessica Stein, Imagine Eu e Você, Loving Annabelle, Melhor que Chocolate, e por aí vai. Quando você vê, já assistiu quase tudo.


Mas, claro, você não descobre tudo isso do nada. A coisa toda começa com a vontade de se testar pela internet. Você procura chats. Bate papo Uol, IG, Terra. E lá vamos nós. Aprende-se a filtrar as que só querem sexo. “oi” “oi, linda, de onde tc?” “sp e vc?” “poa” “idade?” “23” “30”. Faz as perguntas de praxe… “feminina ou masculina?”, “ativa ou passiva?”, “tem cam?”, “me add: gatinhalouca@hotmail.com”.


Faz MSN fake lésbico, só para as colegas sapinhas… O Orkut fake lésbico, para ter aquelas comunidades que no oficial você não pode ter, né? Para falar sapatisses e ter sapatisses na sua páginas de recados livremente. É isso aí.

Papo vai, papo vem, você faz amizades com sapinhas do Brasil todo. E com outras sapinhas também. Se seu caso for outro, e você tiver amigas sapas para conversar ao vivo. Através delas (ou através do grande G) fica sabendo do Leskut, do Parada Lésbica, do The Salto Alto, do Dykerama, dos milhares de blogs lésbicos por aí pelo mundo… Dos contos lésbicos que tem na internet: do Fator X e do abcLES, ou os que tem nos sites e nos blogs mesmo. Das autoras de literatura lésbica com livros publicados… Vange Leonel, Lúcia Facco, Cassandra Rios – as tias sapas mor. Vê os contos eróticos também (claaro…). Durante um tempo, né. Porque afinal, de pornografia todo mundo cansa. E é difícil encontrar de qualidade. A Thammy que nos diga.

MANUAL da sapatão [1]

Depois de anos de muita prática e estudo, finalmente posso delegar às mãos do meu amado e querido público o Manual da Sapatão. Um livro base, indispensável a todas as sapas conectadas, veteranas ou iniciantes, no qual vou explicar com muita perícia todas as nuances de nosso mundo. Vamos lá.

O Início: Descobrindo-se na Sapatisse

Existem casos e casos de como chegar à autopercepção da própria lesbiandade. O importante é coachar do seu jeito. Alguns casos são bem clássicos. Vejamos.




a) Você sempre soube. Desde pequenininha. Nunca viu graça nas suas barbies. Elas, sim, eram enfeite nas empoeiradas prateleiras de seu quarto. Sua vida era jogar bola com o pessoal do bairro. Brincava mais com os meninos. Gostava de bolas de gude, de pipa. Você gostava de ficar sem blusa. E por isso, entre outras coisas, já ouviu os clássicos “Maria sapatão, sapatão, sapatão. De dia é Maria, de noite é João”, e “Paraíba masculina: mulher-macho sim, senhor” – cantados especialmente em sua homenagem. Ou nem tudo isso, tem umas bem femininas, mas de espírito lésbico mesmo. Então o primeiro beijo fluiu cedo. Logo primeiros amassos, primeira transa. E nunca, jamais, beijou um garoto. E nem vai. São lésbicas admiráveis essas.



b) Tem o caso da adolescência. Você é bem jovem quando se descobre. Sente aquele tombo pelas amiguinhas. Tem vontade de abraçá-las mais do que o normal das coleguinhas heteros; tem uma vontade irresistível de observá-las depois que seus corpos amadurecem… Isso também porque sempre reparou nas curvas das mulheres mesmo. Se apaixona por uma, ou duas. E daí é simples, simples. Você já começa a se vestir de um jeito mais diferenciado – quem sabe, tipo assim, como um boy, se for o caso. Conhece outras sapinhas da sua idade, e logo logo já faz parte de seu próprio brejo. Com sorte sua família não expulsa você de casa ao descobrir, se descobrir.



c) Se demorar mais, porque acontece, e é normal… Já na maturidade, passou a adolescência. Você chega em determinado ponto de sua jovem vida e acha estranho o fato de não conseguir realmente se apegar a nenhum de seus namorados homens. Ou há algum tempo as pessoas vêm te perguntando sobre a ausência de namorados. E você cada dia mais próxima de uma de suas amigas, até se mancar de que está completamente apaixonada por ela. Um simples toque no braço de sua amiga te deixa em outro status, não é isso? Hmm… Agora olha para trás e vê que tudo se encaixa… E aquele ciúme exagerado pela sua melhor amiga no colegial, né? Olha aí…



d) Você já tem uma certa idade. Quem sabe uma solteirona. Mas, claro, é sempre aquela coisa: “Sou simpatizante”. Talvez seja aí que você se engane. Porque você tem várias amigas lésbicas, vários amigos gays, anda em ambientes GLS, e se identifica com tudo. Mas põe a mão no peito e diz “Não sou”? Não sei não, hein. Desconfio. Vai morrer no armário, se brincar. Mas ainda assim, como somos todas pertencentes ao mesmo clã, facilito sua vida: se aceite. A primeiro passo é dizer a si mesma: “Sim, eu sou sapatão”. Depois chupar uma buceta de vez em quando vai fazer parte da sua vida.

Características das botininhas,as sapatões de amanhã

A garotinha quando vai a shopping com a mãe, nunca quer brincar de carrossel, sempre escolhe jogar fliperama.
A garotinha sabe todas as coreografias do "Tchan", mas só dança se for no meio das Scheilas.........
A garotinha não pode ver uma bola que já vai chutando;
A garotinha só vai à praia de short;
A garotinha não gosta de colocar prendedores de cabelo - só usa boné;
A garotinha não pede bicicleta de natal - pede Mobylete;
A garotinha só tem ídolos femininos;
A garotinha roe unha desde cedo;
A garotinha sempre é o médico;
A garotinha quando brinca de Barbie sempre quer ser o Ken;
A garotinha é sempre a mais forte no baleado;
A garotinha sempre chega em casa suada e com a roupa suja - estava jogando futebol ou jogando pedra nas casas dos outros;
A garotinha está sempre dando presentes ou colhendo rosas pra sua amiga (a mesma do esconde-esconde);
A garotinha nunca leva desaforo pra casa;
A garotinha só quer sair pra almoçar fora com os pais se puder levar "aquela amiga "do esconde-esconde;
A garotinha sempre leva reclamação da escola pra casa por estar bagunçando na sala;
A garotinha sempre defende suas amigas nas brigas de rua (ou prédio) - dá porrada em todos os meninos;
A garotinha está sempre rodeada de meninos jogando bola de gude;
A garotinha só quer vestir saia se é norma da escola;
A garotinha só quer brincar de esconde-esconde se for esconder-se com sua melhor (e mais bonita) amiga;
A garotinha não gosta de balé - prefere futebol;
A garotinha não quer ganhar barbies de presente - só playmobil;

Como disfarçar a sapatez

- Esconda muito bem sua edição de luxo do livro "Julieta & Julieta" , não esquecendo de deixar à vista a edição de "Romeu & Julieta"
- Quando alguém em sua casa atender o telefone e for alguma amiga, nunca diga: "-Pô, Cara, e aí?"
- Tenha sempre na bolsa: batom, esmalte, lixa de unha e camisinha; afinal sua mãe pode resolver conferí-la quando você não estiver por perto
- Ah, mais uma dica para dar uma disfarçada na sapatez: deixe seu celular por uns dois dias com sua mãe e peça a seus amigos gays - com voz bem disfarçada masculinamente - para ligar para o celular te procurando...
- Já que não dá pra largar as calças compridas, use-as bem atochadas no rabo e nas coxinhas.
- Quando chegar em sua casa uma vendedora da Natura ou da Avon, coloque-se animadamente (com direito a gritinhos e interjeições) ao lado da mamãe e das irmãs (ou sei lá quem estiver rodeando a biscateira) e converse animadamente sobre cintas emagrecedoras, cremes redutores de estrias, gel para celulite e todas aquelas baboseiras fabricadas segundo a filosofia "como agarrar seu homem".
- Assistir a novela das oito junto com a mãe e dar suspiros e toda vez que o Rodrigo Santoro aparecer... melhor ainda se em seguida vier um comentário do tipo... "Ai, esse cara é maravilhoso... não sei o que ele vê naquela ridícula da Luana Piovanne". Na hora do "ridícula da Luana..." cruzem os dedos, disfarçadamente, é claro!!
- Esqueça aquela bota que você anda paquerando há dias na sapataria e volte seus olhos para aquela sandália salto agulha, você precisa aprender a andar nela.
- Arrume uma bicha, que não grite e se vista de homem, e combine para serem namorados nas ocasiões caretas
- Compre sainhas, vestidinhos e sapatinhos na C&A
- Descubra aquela parenta mais velha que um dia teve algum babado e que hoje tenha deixado a vida para proteger você quando o assunto voltar à cena.
- De vez em quando jogue os cabelos prum lado e pro outro para pensarem que você é bem feminina.
- Peça para aquela sua amiga, mas amiga mesmo, com voz grossa, não ligar pro telefone convencional, sua mãe pode atender e pensar que é sua namorada.
- Compre um celular mesmo que seja daqueles pré pagos pras ligações perigosas
- Diga que você não torce pra nenhum time de futebol, mesmo que seu time do coração tenha ganho o campeonato sem ter perdido uma partida
- Compareça a todas as festinhas de família sem fazer cara feia e reclamar
- Se a parentada perguntar pelo seu namorado, diga que ele tá viajando.. aliás para cada parente, dê uma resposta diferente só pra zonear um pouquinho né?
- Apague todos os indícios que você visitou sites e salas do babado no seu computador
- Não brigue com sua irmã, ela pode dedurar você.
- Esconda bem escondido suas revistinhas Playboy
- Arrume um pôster do VanDamme ou Stallone..... ou outro macho bem musculoso e coloque na parede de seu quarto.
- Se você não tem, providencie um estojo de maquiagem
- Aprenda a tocar piano e esqueça um pouco aquele batuque da galera do pagode.

Sapatão que é sapatão

Sapatão que é sapatão quando sai com a namorada não aceita colaboração de dinheiro, paga tudo sozinha, afinal é o macho da situação.
Sapatão que é sapatão não "chora", se deixa emocionar de vez em quando ...
Sapatão que é sapatão no carnaval se fantasia de Super-Homen, Tarzan ou He-Man
Sapatão que é sapatão instala seu próprio ventilador de teto
Sapatão que é sapatão não dispensa nada, sempre cai dentro
Sapatão que é sapatão dispensa se a candidata for mais macho que ela
Sapatão que é sapatão se amassa uma bolinha de papel, tem logo que fazer embaixadinha
Sapatão que é sapatão quando bebe chopp, não faz xixi, tira água do joelho
Sapatão que é sapatão tem bem guardado seu saquinho de bolinhas de gude e figurinhas de mulé pelada dos tempos que era garotinha.
Sapatão que é sapatão tá sempre disputando quem bebe mais e quem vai cair primeiro
Sapatão que é sapatão encontra o "amigão" e dá aquele tapão nas costas
Sapatão que é sapatão tem sempre as unhas bem aparadas, afinal não é bichinha
Sapatão que é sapatão tá sempre com sua polchete na cintura
Sapatão que é sapatão tem pente no bolso de trás e molho de chave na frente, não esquecendo do celular no outro lado ou o pager
Sapatão que é sapatão corta cabelo no barbeiro, máquina 4
Sapatão que é sapatão arruma sempre um boy na fila do banco pra jogar palitinho
Sapatão que é sapatão olha uma mulher gostosa com olho de tesão e assopra pra dentro
Sapatão que é sapatão não tira a roupa quando vai namorar e nem deixa passar a mão na bunda
Sapatão que é sapatão não se separa de seu boné
Sapatão que é sapatão fuma marlboro, o cigarro do cowboy
Sapatão que é sapatão toca atabaque na macumba
Sapatão que é sapatão discute no botequim da esquina sobre a mulherada que comeu
Sapatão que é sapatão aos domingos vai jogar futebol quase feminino
Sapatão que é sapatão na boate, não dança, fica cercando a gatinha pras outras não chegarem perto
Sapatão que é sapatão fica toda hora ajeitando o fundilho da calça
Sapatão que é sapatão passeia de bermudão e chinelo franciscano.

Diferença entre lésbica e sapatão

A lésbica escreve cartas de amor. O sapatão faz uma ligação interurbana para seu novo amor da casa da sua ex.

A lésbica adora discutir sobre seus relacionamentos. O sapatão começa um novo.

A lésbica pega seu mouse e clica nos seus ícones bonitinhos. O sapatão configura seu teclado o dia inteiiiiroooo...

A lésbica ama ler. O sapatão coleciona zines.

A lésbica pratica esportes. O sapatão assiste.

A lésbica convida seus pais para jantar. O sapatão leva fast food.

A lésbica sente-se só no Domingo. O sapatão vai até a seção para adultos na locadora.
A lésbica é implícita ........o sapatão é explícito
A lésbica acaricia ........o sapatão mete a porrada
A lésbica canta .................o sapatão desafina
A lésbica tem classe .........o sapatão tem barriga
A lésbica disfarça..............o sapatão evidencia
A lésbica argumenta ...... o sapatão "paga esporro"
A lésbica propõe ...................o sapatão impõe
A lésbica toca ....................o sapatão cutuca
A lésbica lambe ..................o sapatão mastiga

PIADAS GLS

Por que as lésbicas têm amigos gays?
Porque alguém precisa cozinhar.





Por que os gays têm amigas lésbicas?
Porque alguém precisa trocar o pneu.





O que as lésbicas fazem quando estão menstruadas?
Pintura a dedo.





Como se chama a parte situada entre o ânus e a vagina?
Apoiador de queixo.





Como é chamada uma lésbica com unhas compridas?
Solteira.





O que uma lésbica vampira disse para outra?
Te vejo no mês que vem.





Qual o nome da parte insensível e inútil na base do pênis?
Homem.





Qual a diferença entre uma lésbica e uma bola de boliche?
Na bola de boliche só cabem três dedos.





Quantas lésbicas inteligentes são necessárias para trocar uma lâmpada?
Nenhuma. Elas já transmitem sua energia.





O que é uma drag?
Um homem que usa tudo o que uma lésbica jamais usaria.





Enquanto transava, uma lésbica perguntou: "Se importa se eu fumar enquanto você me come?"





Qual a diferença entre um pneu e um sapatão?
Eventualmente, o pneu estará embaixo de você.




Sobre depilar as pernas, há 4 tipos de mulheres no mundo:

a)Mulher que depila as pernas e é heterossexual.
b)Mulher que depila as pernas e não é heterossexual.
c)Mulher que não depila as pernas e é heterossexual.
d)Mulher que não depila as pernas e não é heterossexual.

É lógico que existe variações, como mulheres que estão questionando sua orientação sexual e mulheres que só depilam as pernas no verão.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

APAIXONE-SE


Apaixone-se pela manhã,
que em todos os dias te levanta com os pés firmes no chão.
Apaixone-se pelas canções,
que mesmo quando todos se calam,
elas ainda sussurram o refrão em seus ouvidos.
Apaixone-se pelo hoje,
que te faz respirar, enxergar, sentir, viver...
Apaixone por você,
pois não existirá ninguém melhor para se amar do que a si mesmo,
pois só descobrimos o que é amor,
quando nos apaixonamos primeiramente por nós mesmos.
Apaixone-se pela vida,
ela é o único presente que você diz que não pediu,
mas que jamais deseja perder.
Apaixone-se mil vezes pela mesma coisa,
se esse sentimento te faz crescer,
apaixone-se cada dia mais e mais.
O tempo vai passar,
e com ele você irá envelhecer...
E nessa rotina da vida,
nunca se esqueça...
Apaixone-se mil vezes por você,
seja em qual época ou lugar for...
APAIXONE-SE.